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	<title>Comentários sobre: Tia Doca da Portela: &#8220;Não sabia que existia americano preto&#8221;</title>
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	<description>Blog da Revista Zé Pereira</description>
	<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 05:28:12 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Gilvan Feijó do Nascimento</title>
		<link>http://www.revistazepereira.com.br/nao-sabia-que-existia-americano-preto/#comment-5473</link>
		<dc:creator>Gilvan Feijó do Nascimento</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 14:12:57 +0000</pubDate>
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		<description>Amo o samba e essa foi uma perda muito grande para nós,pois fica na história do samba e nos nossos corações,a passagen dessa guerreira brilhante que foi e que sempre será.Amo tanto o samba que muitas vezes até sem conhecer o sambista,chego a chorar por ser uma perda inrreparável,a brilhante tia doca já conhecia e tenho o cd.Sou de Pernambuco, sou de Recife, sou do samba, sou do Brasil...Abraços a todos os sambistas!PARABÉNS PELA ENTREVISTA.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amo o samba e essa foi uma perda muito grande para nós,pois fica na história do samba e nos nossos corações,a passagen dessa guerreira brilhante que foi e que sempre será.Amo tanto o samba que muitas vezes até sem conhecer o sambista,chego a chorar por ser uma perda inrreparável,a brilhante tia doca já conhecia e tenho o cd.Sou de Pernambuco, sou de Recife, sou do samba, sou do Brasil&#8230;Abraços a todos os sambistas!PARABÉNS PELA ENTREVISTA.</p>
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		<title>Por: Revista Zé Pereira&#187; Arquivo do Blog &#187; Tia Doca (1932-2009)</title>
		<link>http://www.revistazepereira.com.br/nao-sabia-que-existia-americano-preto/#comment-4427</link>
		<dc:creator>Revista Zé Pereira&#187; Arquivo do Blog &#187; Tia Doca (1932-2009)</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 13:30:31 +0000</pubDate>
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		<description>[...] inaugurou a sessão Aristocracia Carioca na revista # 1. Você pode ler o perfil da querida Doca aqui e assistir aqui ao curta &#8220;Batuque na cozinha&#8221;, ambos assinados por Anna Azevedo. A foto [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] inaugurou a sessão Aristocracia Carioca na revista # 1. Você pode ler o perfil da querida Doca aqui e assistir aqui ao curta &#8220;Batuque na cozinha&#8221;, ambos assinados por Anna Azevedo. A foto [...]</p>
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		<title>Por: jo (da casa de candomblé de Mae Margarida)</title>
		<link>http://www.revistazepereira.com.br/nao-sabia-que-existia-americano-preto/#comment-4407</link>
		<dc:creator>jo (da casa de candomblé de Mae Margarida)</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 17:12:27 +0000</pubDate>
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		<description>Bênçao, minha mae Doca (tia Doca)

Todos os dias olho o computador pra saber de suas melhoras. A senhora é a minha familia. Foi a senhora quem me criou e as minhas irmas, Rosane, Maria e Maria Amélia. Espero que fique boa rapidamente. A senhora se lembra de mim ? Sou irma de santo da Jocemar, mas sou do barco da Maria Amélia. Vim pra França e so sei que a senhora ficou muito famosa. Tenho orgulho da senhora. Fique boa bem rapidinho.
Motumba, minha mae
Bênçao da Jocemar.
Lembranças
Jo (do Oxoguia)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bênçao, minha mae Doca (tia Doca)</p>
<p>Todos os dias olho o computador pra saber de suas melhoras. A senhora é a minha familia. Foi a senhora quem me criou e as minhas irmas, Rosane, Maria e Maria Amélia. Espero que fique boa rapidamente. A senhora se lembra de mim ? Sou irma de santo da Jocemar, mas sou do barco da Maria Amélia. Vim pra França e so sei que a senhora ficou muito famosa. Tenho orgulho da senhora. Fique boa bem rapidinho.<br />
Motumba, minha mae<br />
Bênçao da Jocemar.<br />
Lembranças<br />
Jo (do Oxoguia)</p>
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		<title>Por: jo (da casa de candomblé de Mae Margarida)</title>
		<link>http://www.revistazepereira.com.br/nao-sabia-que-existia-americano-preto/#comment-4406</link>
		<dc:creator>jo (da casa de candomblé de Mae Margarida)</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 17:11:26 +0000</pubDate>
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		<description>Bênçao, minha mae Doca (tia Doca)

Todos os dias olho o computador pra saber de suas melhoras. A senhora é a minha familia. Foi a senhora quem me criou e as minhas irmas, Rosane, Maria e Maria Amélia. Espero que fique boa rapidamente. A senhora se lembra de mim ? Sou irma de santo da Jocemar, mas sou do barco da Maria Amélia. Vim pra França e so sei que a senhora ficou muito famosa. Tenhor orgulho da senhora. Fique boa bem rapidinho.
Motumba, minha mae
Bênçao da Jocemar.
Lembranças
Jo (do Oxoguia)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bênçao, minha mae Doca (tia Doca)</p>
<p>Todos os dias olho o computador pra saber de suas melhoras. A senhora é a minha familia. Foi a senhora quem me criou e as minhas irmas, Rosane, Maria e Maria Amélia. Espero que fique boa rapidamente. A senhora se lembra de mim ? Sou irma de santo da Jocemar, mas sou do barco da Maria Amélia. Vim pra França e so sei que a senhora ficou muito famosa. Tenhor orgulho da senhora. Fique boa bem rapidinho.<br />
Motumba, minha mae<br />
Bênçao da Jocemar.<br />
Lembranças<br />
Jo (do Oxoguia)</p>
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		<title>Por: Fábio F. Barbosa - Ala dos Capompositores do Império Serrano</title>
		<link>http://www.revistazepereira.com.br/nao-sabia-que-existia-americano-preto/#comment-4377</link>
		<dc:creator>Fábio F. Barbosa - Ala dos Capompositores do Império Serrano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 14:21:36 +0000</pubDate>
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		<description>Muito boa à matéria sobre a Tia Doca, recebi de uma amiga. Tia Doca, agora mais do que nunca, e antes que seja tarde, merece todo o nosso respeito e deferência. Mulher negra, moradora de Oswaldo Cruz e Madureira, por décadas, sambista e lutadora faz muito coisa pelo Samba “em” e “de” Oswaldo Cruz. Tia Doca, ao lado de Cabral, Argemiro, Surrica, Balbina do Império são verdadeiros ícones para quem é sambista e respeita as tradições do universo das e dos sambistas. 
Tia Doca não faz só rodas de sambas históricas e inesquecíveis pratos da gastronomia suburbana onde comida gostosa não falta. Tia Doca não é só uma grande cozinheira que transforma feijão e outras iguarias em coisas dignas dos deuses. Tia Doca é mais do que isso: é um exemplo de vida, um manancial de inteligência que os ditos eruditos não compreendem muito bem. Tia Doca ensina o que é ser sambista: falar através de metáforas e histórias que pouca gente conhece. Por qual razão? Por que são coisas que não interessam aos livros escolares de todos os níveis e a quem decide o que é cultura e o que é ter inteligência.
Ainda lembro que, criança, eu (Fabinho), Binda, Luiz Cláudio (o querido Meleca), o Zé, o Evandro (o Rato), o Batata, o Cezinha e o Eli, íamos ao Pagode da Tia Doca em Oswaldo Cruz. Todos nós morávamos perto de onde ela, aos domingos, com maestria e muita alegria, comandava um encontro de sambistas. Lá eu vi cantar: Martinho da Vila, Paulino da Viola, Leci Brandão, Jorge &#124;Aragão, Beth Carvalho, João Nogueira, o Roberto Ribeiro, etc.
Mas o que sempre me encantou nos sambas comandados pela Tia Doca foi à presença dos integrantes da Velha Guarda da Portela, do Império Serrano e de outras escola de samba do nosso Rio de Janeiro. Da Portela tinha: Argemiro, Manaceá, Casquinha e a Neide Santa - filha do saudoso Chico Santa, o autor do hino da Portela. Do Império Zé Luiz e o Ivan Milanês – amigos muito queridos.
Uma coisa deve ser dita e muito divulgada: a Tia Doca não é só uma mulher sambista e uma excelente cozinheira. Não. Ela Não é só isso. A sua maneira, muito singular, ela é uma biblioteca viva do que muita gente resolveu chamar de “mundo do samba". É uma musa inspiradora. A inspiração em pessoa. Mulher bonita. Mulher boa e de bm coração. Mulher farta e acolhedora. Mulher cheia de alegrias. Tia Doca na forma de andar, falar, cantar e se vestir ensina a quem quiser e puder aprender que samba é coisa muito séria, que samba tem ciência sim. Não fosse assim, não tivesse o samba os seus mistérios, e se ela não os conhecesse, como ela seria quem é: a figura central e mais importante de uma roda de samba, que acontece todos os Domingos – para mim em Oswaldo Cruz; para outros, em Madureira. Mas onde não importa onde. Ela sempre está lá, a nossa querida Tia Doca.
Aprendi com ela e com o seu Argemiro, vendo o seu modo deles tratarem as pessoas e falarem com elas, que Oswaldo Cruz tinha e tem uma história muito rica na qual homens e mulheres, de muita inteligência, usaram (e ainda usam) o samba para enfrentar as adversidades mais terríveis da vida: o desemprego, as privações, as violências, as injustiças, a falta de atenção das autoridades, a falta precoce de pessoas queridas. Os sambistas falam sobre essas coisas por meio de metáforas que exigem muita atenção de quem as ouve. Ouvi-las exige o coração e a mente aberta, como preconizou Martinho da Vila num samba sobre a importância do sonho. Basta lembrar o samba do Manaceá: “Meu caro de boi atolou no lamaçal / meu carro de boi ficou no lamaçal”. Quem me garante que este lamaçal não representa – ou pode representar – pessoas que ficam literalmente atoladas por causa do descaso com o dinheiro público que, desviado dos seus fins, por quem de direito, não é empregado na urbanização e conservação das nossas vias públicas.
E quanto a Tia Doca? Bem, ela ao fazer – organizar e administrar – uma roda de samba mostrou que sabia o seguinte: samba bom é o que atravessa os tempos; samba bom tem bons músicos e boa música - sempre; samba bom tem que ter um mínimo de organização; samba bom anima e torna mais consistente o convívio entres as pessoas; samba bom tem relação com as tradições sacras e profanas de alguns lugares e pessoas. Por exemplo hoje, dia de São Sebastião, dia de Oxossi, tem festa na Igreja e festa na Portela. Tia Doca sabe disso tudo. Tia Doca viveu tudo isso, inicialmente, bem jovem, como porta-bandeira da Escola de Samba Unidos da Congonha, de Vaz Lobo. Hoje Tia Doca, por tudo que fez e faz, merecidamente, vive as emoções do samba de um lugar muito especial: a Velha Guarda da Portela, que faz e (fez), segundo Monarco, de Oswaldo Cruz o seu bastião.
E a história de Oswaldo Cruz não é um simples capítulo do samba ou de Madureira. Ela é central. Nunca foi ou será periférica. Em Oswaldo Cruz, quando o assunto é samba e sambistas, as coisas acontecem, nascem e brotam. E essa centralidade foi construída por mulheres guerreiras como a Tia Doca. Por isso, ela é parte do infinito “poderio de Oswaldo Cruz” que tem como sentinela Paulo da Portela, o nosso professor.
Tomara que Tia Doca deixe o hospital o mais rápido possível. Estou com saudades de encontrar com ela e ouvi-la dizer: olá, como vai a sua mãe? Tudo bem com vocês? Isso é encantador, cativante e maravilhoso.
Fábio F. Barbosa.
Fabnho Professor - Ala dos Compositores do Império Serrano.
felicianobarbosa@hotmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito boa à matéria sobre a Tia Doca, recebi de uma amiga. Tia Doca, agora mais do que nunca, e antes que seja tarde, merece todo o nosso respeito e deferência. Mulher negra, moradora de Oswaldo Cruz e Madureira, por décadas, sambista e lutadora faz muito coisa pelo Samba “em” e “de” Oswaldo Cruz. Tia Doca, ao lado de Cabral, Argemiro, Surrica, Balbina do Império são verdadeiros ícones para quem é sambista e respeita as tradições do universo das e dos sambistas.<br />
Tia Doca não faz só rodas de sambas históricas e inesquecíveis pratos da gastronomia suburbana onde comida gostosa não falta. Tia Doca não é só uma grande cozinheira que transforma feijão e outras iguarias em coisas dignas dos deuses. Tia Doca é mais do que isso: é um exemplo de vida, um manancial de inteligência que os ditos eruditos não compreendem muito bem. Tia Doca ensina o que é ser sambista: falar através de metáforas e histórias que pouca gente conhece. Por qual razão? Por que são coisas que não interessam aos livros escolares de todos os níveis e a quem decide o que é cultura e o que é ter inteligência.<br />
Ainda lembro que, criança, eu (Fabinho), Binda, Luiz Cláudio (o querido Meleca), o Zé, o Evandro (o Rato), o Batata, o Cezinha e o Eli, íamos ao Pagode da Tia Doca em Oswaldo Cruz. Todos nós morávamos perto de onde ela, aos domingos, com maestria e muita alegria, comandava um encontro de sambistas. Lá eu vi cantar: Martinho da Vila, Paulino da Viola, Leci Brandão, Jorge |Aragão, Beth Carvalho, João Nogueira, o Roberto Ribeiro, etc.<br />
Mas o que sempre me encantou nos sambas comandados pela Tia Doca foi à presença dos integrantes da Velha Guarda da Portela, do Império Serrano e de outras escola de samba do nosso Rio de Janeiro. Da Portela tinha: Argemiro, Manaceá, Casquinha e a Neide Santa - filha do saudoso Chico Santa, o autor do hino da Portela. Do Império Zé Luiz e o Ivan Milanês – amigos muito queridos.<br />
Uma coisa deve ser dita e muito divulgada: a Tia Doca não é só uma mulher sambista e uma excelente cozinheira. Não. Ela Não é só isso. A sua maneira, muito singular, ela é uma biblioteca viva do que muita gente resolveu chamar de “mundo do samba&#8221;. É uma musa inspiradora. A inspiração em pessoa. Mulher bonita. Mulher boa e de bm coração. Mulher farta e acolhedora. Mulher cheia de alegrias. Tia Doca na forma de andar, falar, cantar e se vestir ensina a quem quiser e puder aprender que samba é coisa muito séria, que samba tem ciência sim. Não fosse assim, não tivesse o samba os seus mistérios, e se ela não os conhecesse, como ela seria quem é: a figura central e mais importante de uma roda de samba, que acontece todos os Domingos – para mim em Oswaldo Cruz; para outros, em Madureira. Mas onde não importa onde. Ela sempre está lá, a nossa querida Tia Doca.<br />
Aprendi com ela e com o seu Argemiro, vendo o seu modo deles tratarem as pessoas e falarem com elas, que Oswaldo Cruz tinha e tem uma história muito rica na qual homens e mulheres, de muita inteligência, usaram (e ainda usam) o samba para enfrentar as adversidades mais terríveis da vida: o desemprego, as privações, as violências, as injustiças, a falta de atenção das autoridades, a falta precoce de pessoas queridas. Os sambistas falam sobre essas coisas por meio de metáforas que exigem muita atenção de quem as ouve. Ouvi-las exige o coração e a mente aberta, como preconizou Martinho da Vila num samba sobre a importância do sonho. Basta lembrar o samba do Manaceá: “Meu caro de boi atolou no lamaçal / meu carro de boi ficou no lamaçal”. Quem me garante que este lamaçal não representa – ou pode representar – pessoas que ficam literalmente atoladas por causa do descaso com o dinheiro público que, desviado dos seus fins, por quem de direito, não é empregado na urbanização e conservação das nossas vias públicas.<br />
E quanto a Tia Doca? Bem, ela ao fazer – organizar e administrar – uma roda de samba mostrou que sabia o seguinte: samba bom é o que atravessa os tempos; samba bom tem bons músicos e boa música - sempre; samba bom tem que ter um mínimo de organização; samba bom anima e torna mais consistente o convívio entres as pessoas; samba bom tem relação com as tradições sacras e profanas de alguns lugares e pessoas. Por exemplo hoje, dia de São Sebastião, dia de Oxossi, tem festa na Igreja e festa na Portela. Tia Doca sabe disso tudo. Tia Doca viveu tudo isso, inicialmente, bem jovem, como porta-bandeira da Escola de Samba Unidos da Congonha, de Vaz Lobo. Hoje Tia Doca, por tudo que fez e faz, merecidamente, vive as emoções do samba de um lugar muito especial: a Velha Guarda da Portela, que faz e (fez), segundo Monarco, de Oswaldo Cruz o seu bastião.<br />
E a história de Oswaldo Cruz não é um simples capítulo do samba ou de Madureira. Ela é central. Nunca foi ou será periférica. Em Oswaldo Cruz, quando o assunto é samba e sambistas, as coisas acontecem, nascem e brotam. E essa centralidade foi construída por mulheres guerreiras como a Tia Doca. Por isso, ela é parte do infinito “poderio de Oswaldo Cruz” que tem como sentinela Paulo da Portela, o nosso professor.<br />
Tomara que Tia Doca deixe o hospital o mais rápido possível. Estou com saudades de encontrar com ela e ouvi-la dizer: olá, como vai a sua mãe? Tudo bem com vocês? Isso é encantador, cativante e maravilhoso.<br />
Fábio F. Barbosa.<br />
Fabnho Professor - Ala dos Compositores do Império Serrano.<br />
<a href="mailto:felicianobarbosa@hotmail.com">felicianobarbosa@hotmail.com</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Revista Zé Pereira&#187; Arquivo do Blog &#187; Hoje, na Cinemateca Zé Pereira</title>
		<link>http://www.revistazepereira.com.br/nao-sabia-que-existia-americano-preto/#comment-240</link>
		<dc:creator>Revista Zé Pereira&#187; Arquivo do Blog &#187; Hoje, na Cinemateca Zé Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 20:06:54 +0000</pubDate>
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		<description>[...] o premiado &#8220;Batuque na cozinha&#8221;, de Anna Azevedo, sobre as tias e pastoras da Portela Doca, Eunice e Surica. Veja [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] o premiado &#8220;Batuque na cozinha&#8221;, de Anna Azevedo, sobre as tias e pastoras da Portela Doca, Eunice e Surica. Veja [...]</p>
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		<title>Por: Revista Zé Pereira&#187; Arquivo do Blog &#187; Batuque na Cozinha</title>
		<link>http://www.revistazepereira.com.br/nao-sabia-que-existia-americano-preto/#comment-51</link>
		<dc:creator>Revista Zé Pereira&#187; Arquivo do Blog &#187; Batuque na Cozinha</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 16:54:23 +0000</pubDate>
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		<description>[...] aqui como a Tia Doca quase foi raptada por um marinheiro americano.  [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] aqui como a Tia Doca quase foi raptada por um marinheiro americano.  [...]</p>
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