28 de dezembro de 2009
Minha lista de melhores do ano
Por Arnaldo Branco
Melhor capa da Veja
O responsável pela capa da Veja tem sempre a tarefa complicada de conciliar alarmismo e design, o que faz a revista parecer uma franquia involuntária da Photoshop Disasters. Mas aqui o sujeito não tinha nem a desculpa do tema espinhoso.
Melhor campanha frustrada de twitter
A tentativa de derrubar o Sarney com protestos de 140 caracteres coordenada por formadores de opinião como Luciano Huck e Marcos Mion era forte candidata, mas o viral para reverter as eleições fraudulentas no Irã bateu recordes de uso equivocado e megalomaníaco da ferramenta.
Melhor saída à francesa
Dizem que a gordura do Ronaldo atrapalha seu talento para jogar bola; ninguém fala nada sobre como prejudica sua performance na hora de simular falta. O mergulho sem jeito que deu para tirar o seu da reta no Flamengo x Corinthians da penúltima rodada do Campeonato Brasileiro mostra que o Fenômeno precisa treinar o fundamento.
Melhor atuação
O prêmio fica dividido entre os que simularam choque e indignação com essas duas revelações, esses dois novos valores da corrupção brasileira: José Sarney e José Roberto Arruda.
Melhor inserção de azeitona na empada alheia
Graças aos alunos ginecofóbicos da Uniban, surgiu a ameaça da Playboy (e se chegamos a esse nível de delírio, quem sabe até da Boa Forma) com a Geisy na capa. Obrigado.
Melhor decisão profissional
Marcelinho Paraíba, que trocou o Flamengo pelo Coritiba.
Melhor declaração do Pedro Cardoso
“Na HBO só tem putaria”
Melhor declaração de membro do CQC
Empate entre “Qual o problema em chamar negro de macaco?” - Danilo Gentili, “Suicida tem mais é que se fuder” - Rafinha Bastos, “PM nesses vagabundos” - Marcelo Tas.
Melhor declaração, ponto
“Foda-se o pênalti” - Dejan Petkovic
13 comentários para “Minha lista de melhores do ano”
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- A que ponto nós chegamos
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- Separações
- A família que atropela unida
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- A esquerda séria
- Eu só estava cumprindo ordens
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- A inteligência em mãos erradas
- O Brasil é um país sem o que mesmo?
- Coleção Primeiros Passos: O que é Didatismo
- Humor anal
- Um mundo de possibilidades
- O Homem superando os meus limites



















29 de dezembro de 2009 às 8:09
A melhor das melhores foi a declaração do Pedro Cardoso de que: “Na HBO só tem putaria”!
huahuahua
Vide Mandrake, Roma, Filhos do Carnaval & Cia.
Claro que a imagem desnuda de Gisele Itiê será sempre benvinda (é assim que se escreve agora pela Novíssima Língua Portuguesa?)!
29 de dezembro de 2009 às 10:14
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29 de dezembro de 2009 às 10:16
Beleza de lista, Arnaldo. Fiquei na expectativa da sua melhor tira em 2009. Sempre fico curioso sobre a relação do autor com a própria obra.
29 de dezembro de 2009 às 10:20
A Veja é insuperável mesmo. Tem uma outra muito boa com a mulher com saia de alface e metade do corpo deslocado na lateral.
29 de dezembro de 2009 às 10:24
Essa aí da veja eu nem tinha visto. Fantástico.
29 de dezembro de 2009 às 10:54
Mas a do Pet é insuperável. O verdadeiro bushido do batedor de penalties.
29 de dezembro de 2009 às 17:26
[...] Coluna Mal Necessário da semana: Minha lista de melhores do ano. [...]
29 de dezembro de 2009 às 17:32
Tô passando mal de rir com o “Só tem putaria no HBO”
29 de dezembro de 2009 às 19:37
Campanha no twitter é pior que nariz de palhaço em passeata de branco!
29 de dezembro de 2009 às 23:42
A do Rafinha, na minha humilde opinião, foi disparada a frase mais tosca. Esse povo do CQC
ainda se vangloria de ter registro de jornalista.
Quanto a frase do Pedro Cardoso, ela cheira a
moralismo da mão peluda.
30 de dezembro de 2009 às 16:13
Tem uma capa da veja que também é sensacional. É uma que tem o cérebro do Einsten pra fora.
31 de dezembro de 2009 às 9:32
Que depressão que deu morar num país onde tanta “celebridade” fala besteira e onde acontece tanta coisa surrealmente bizarra… HBO é o melhor canal de TV do universo, enquanto que CQC é a pior coisa que já passou na televisão, o que não é fácil de conseguir…
15 de janeiro de 2010 às 9:39
Cara, em relação à Veja, acho que não é questão de desculpa ou espinho. Pense que, entre os milhares de sem-noção que fazem esse tipo de merda até de graça, não deve ter sido difícil achar alguém que detenha o, hã, “senso estético adequado” para fazer essas tosqueiras até com empolgação.