8 de abril de 2009
Fácil
BLOG, Chamando na chincha, O mundo lá fora
Por Luiz Bello
Está na primeira página do Globo On. A americana Marie Moore matou hoje seu próprio filho, Mitchell, de 20 anos, num estande de tiro na Flórida. Matou-se logo depois. Deixou um caminhão, quase oito mil dólares e um bilhete alucinado para o namorado, onde tentava explicar seu gesto tresloucado – e planejado.
A gente só acredita na notícia porque a coisa toda foi gravada por uma câmera de vigilância.
A imprensa americana diz que dona Marie tinha um histórico de problemas mentais. Bem, gente louca a fim matar os outros há em toda a parte, mas só na “maior democracia do mundo” uma psicótica em tratamento pode ter armas e freqüentar um clube de tiro. Com tanta facilidade para se cometer besteiras, nem próprio filho escapou.
Coisas desse tipo acontecem, uma vez por semana, na terra onde o consumismo é mais importante que a segurança pública. Um consumismo que engorda, emburrece e alucina, impedindo que nossos ricos irmãos do norte desfrutem de sua – ainda - enorme prosperidade. Deve ser praga dos apaches.
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