2 de setembro de 2010
Uma canção ao cair da tarde: “Bossa quase nova”, Aroldo Alli Sampaio
BLOG, Uma canção ao cair da tarde
Esse camarada toca uma guitarra de responsa. Do CD “Haja palavra para o que eu não digo”.
2 de setembro de 2010
Esse camarada toca uma guitarra de responsa. Do CD “Haja palavra para o que eu não digo”.
24 de agosto de 2010
Em busca de inspiração para um novo álbum, o bardo gaúcho foi dar em Berlim, onde gravou este videoclipe dirigido por Denise Garcia e Cassiano Griesang.
15 de julho de 2010
20 de maio de 2010
Essa é do CD “Hoje não!”, com músicas de Sérgio Sampaio interpretadas pelo trio. A direção é do grande Pedro Monteiro.
28 de abril de 2010
O Pedro Tinoco se amarra e a banda brega Tanga de Sereia é uma daquelas coisas que só podiam ter saído do Recife.
P.S.: Este post podia ser uma Sessão da Tarde também, já que o videoclipe dirigido por Tuca Siqueira na verdade é um curtinha musical.
11 de abril de 2010
Músico e humorista tcheco, Mládek fala nesta canção, o seu maior sucesso, de um misterioso homem-monstro que vive nos pântanos - a tradução seria “Zé do Mangue”. Saquem só a ginga do barbudinho da direita. É contagiante.
7 de março de 2010
Monterey Pop Festival, junho de 1967. Ele sola com a guitarra nas costas e toca com os dentes, na apresentação que o consagraria de vez junto ao grande público americano. Mas quase ninguém repara na letra da canção:
- E aí, Zé, onde é que cê vai com essa arma?
- Eu vou dar um tiro na minha mulher. Ela tá me corneando com outro cara!
Essa conhecida música folk americana, de autoria controversa, já fora gravada por outros artistas, antes do nosso James Marshall transformá-la num ícone do rock. Seu tema é recorrente no sertanejo, nos boleros, nas cantigas medievais… Até o ministro Gil bebeu dessa fonte.
“Hey Joe” foi, ainda, a música com que o mesmo Hendrix encerrou outro festival, o de Woodstock. Mas décadas depois do maestro da guitarra ter partido, certos caras continuam achando natural meter bala e porrada nas cachorras, desde que por uma boa razão, é claro. Do mesmo modo, como dizia Simone de Beauvoir, uma mulher não nasce mulher, torna-se mulher… com muita localizada, botox, wellatone e silicone. Pelo menos para as mais pops old ladies da Era de Aquário, a emancipação se conquista com a bunda mais marombada da avenida, ou com um boquete embaixo do edredon platinado. Desde já, parabéns a todas pelo dia de amanhã.
18 de fevereiro de 2010
2 de fevereiro de 2010
O Diabo só é esperto porque é velho; mas ele já nasce feito. Só que feitiços podem ser quebrados.
Eu já tinha botado a versão dessa música da Nina Simone aqui, mas a do impagável Screamin’ Jay Hawkins tem mais a ver agora.
15 de janeiro de 2010
O jornalista Mauro Satayana escreveu duas belas colunas no JB, sobre a tragédia haitiana. Ele lembra as origens coloniais dessa ilha descoberta por Colombo, a primeira do Novo Mundo a receber escravos africanos, para um “trabalho” que os nativos rejeitaram e, por isso mesmo, foram exterminados.
Em 1697, os espanhóis cederam metade da ilha de São Domingos aos franceses, que a transformaram num lucrativo canavial, povoado quase que inteiramente com escravos. Em 1804, após mais de uma década em guerra, o Haiti tornou-se o segundo país independente das Américas, depois dos Estados Unidos. Mas os franceses logo traíram os haitianos e aprisionaram seu líder, Toussaint-Louverture, que morreu em Paris.
Parcialmente inspirado nessa história, Gillo Pontecorvo dirigiu “Queimada!”, com Marlon Brando em seu papel predileto, o cínico agente que fomenta a revolta em uma colônia portuguesa apenas para torná-la submissa aos ingleses. Os créditos de abertura são um clássico, e nossa canção ao cair da tarde de hoje. leia mais…
12 de janeiro de 2010
31 de dezembro de 2009
30 de dezembro de 2009
Elementar, meu caro Wilson. Em cena, no cair da lágrima, um inusitado intérprete para o tema de abertura do maior sucesso da TV a cabo em 2009. Aqui, uma versão mais apocalíptica, do José González.
22 de dezembro de 2009
Em homenagem ao início do verão “mais quente do século”, a lembrança de um verão de meio século atrás. Trata-se do primeiro tema musical de um filme e, também, do primeiro hit instrumental a ganhar um Grammy. Sucesso mundial do mestre Max Steiner que praticamente deu início ao gênero “música de elevador”. Sniff…
20 de dezembro de 2009
O seresteiro rock and roll interpreta umazinha de João Pernambuco. Para digerir as prévias natalinas.