Foi num show do Fábio Golfetti e sua turma e do Ira!, na Praça do Relógio da Usp, que tive o meu maior choque cultural: os ambulantes não vendiam cerveja porque… era proibido!
Vou escrever uma paródia dessa música pro Quanta Ladeira do ano que vem. Chamar-se-á “Intelectual calhorda”: “Mas quando abre a boca, ele é cabeça oca, ele é cabeça oca!”.
Esta música sempre me vinha à cabeça quando subia e descia a dita cuja, em Lisboa - quem ouvia a finada Fluminense FM conhece. Duro foi ouvir um conterrâneo chamar o António Manuel Ribeiro de “aquele senhorzinho que toca rock”. O tempo é um grande vilão. Do álbum “À flor da pele” (1981).
Faixa-título do novo álbum da ex-Comadre Fulozinha, que você encontra em duas versões: luxo, a R$ 25, nas melhores lojas do Recife, e simples, a R$ 5, nos shows da cantora. No dia 22, Isaar se apresenta no festival Cena Brasil, no Nascedouro de Peixinhos, em Olinda.
Essa é do “Ooh la la”, único disco do Dash, formado por Simone do Vale (voz e guitarra, ex-Squonks, ex-Autoramas), Formigão (baixo, ex-Planet Hemp, atual Monstros do Ula Ula), Diba (guitarra, ex-um monte de bandas) e Kadu (bateria, idem). A maioria das letras do grupo era em inglês, um costume do rock brasileiro do início dos anos 90. A dessa aí, da poliglota Simone, inspirada no filme de Shinya Tsukamoto, é em japonês. A capinha é de David Mazzuchelli - desenhista de ”Batman: Ano um”, “Demolidor” e “Cidade de vidro”.
“Shottas” é o “Cidade de Deus” jamaicano (é como chamam mafioso na gíria local), mas também é o nome de uma banda feminina brasileira, da baterista e hoje DJ Marie L., que fez muito barulho em Berlim há alguns anos.
Pianista de formação clássica que preferiu improvisar, David Feldman lança na próxima segunda-feira, dia 20, seu primeiro CD solo, “O som do Beco das Garrafas” (EMI), no Allegro Bistrô da Modern Sound (Rua Barata Ribeiro, 502, loja D, Copacabana), às 19h, com entrada franca. No disco, Feldman é acompanhado pelos veteranos Sérgio Barrozo (baixo acústico) e Paulo Braga (bateria) e toca canções de João Donato, Johnny Alf e Tom Jobim, entre outros, além da faixa-título, de sua autoria, uma homenagem à galera daqueles anos, que você ouve acima, clicando na setinha.
Essa eu encontrei fuçando o site da Optmus Discos quando fui baixar o CD do Autoramas. Mas tem outras coisas legais lá, música pop portuguesa cantada em inglês, pra baixar de graça. É um projeto bem bacana.