11 de novembro de 2009
Barrados no banco
BLOG, Chamando na chincha
A dica foi do compadre Pedro Tinoco. O Núcleo Audiovisual do Circo Voador juntou uma câmera, uma bolsa, um jovem branco e um negro para fazer um teste: usando a mesma bolsa, em momentos diferentes, cada um dos dois rapazes tentou passar pela porta giratória de uma agência bancária na Glória, centro do Rio de Janeiro. Um levou menos de cinco segundos e o outro (adivinhe qual) tentou entrar por mais de um minuto e meio, sem sucesso.
A galera do Circo bolou o manifesto Porta na Cara para criticar este sistema de segurança arbitrário (porque se baseia no julgamento do vigilante sobre a aparência do cliente) e ineficaz (porque humilha todo mundo e não barra o assaltante). Aqui você pode ler o manifesto, assiná-lo se assim desejar, e saber de algumas sugestões para que os bancos se protejam de maneira mais inteligente.
7 comentários para “Barrados no banco”
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11 de novembro de 2009 às 13:49
Foda!!!
11 de novembro de 2009 às 18:28
o que diriam sobre isso o ali kamel e o seu babaovo-mór, demetrius magnoli?
12 de novembro de 2009 às 0:48
Reportagem é isso aí. Genial.
12 de novembro de 2009 às 13:52
esse tema dava até série de tv, um episódio a cada banco.
12 de novembro de 2009 às 18:19
É daí pra pior!
12 de novembro de 2009 às 22:04
O que eles diriam:
a) Estatisticamente a maior parte dos crimes são cometidos por negros, LOGO o guarda está apenas usando a lógica;
b) No Brasil não há políticas racistas (o que foi feito da política de imigração pra embranquecer o Brasil?), apenas um guarda racista de banco. É só demiti-lo.
c) É só coincidência. Olha lá, o Romário acabou de entrar sem ativar.
Eu trabalho no TRT e sou branco. Anos atrás houve uma ameaça de bomba lá e passaram a fazer uma revista nas pessoas que entravam. Apesar de passar lá todo dia havia anos, quase sempre me revistavam (quem manda ter cara de maluco?). A não ser nos dias em que eu ia de blazer. O mesmo também sempre se aplicou a caixas de banco. Jornais noticiam que ladrões de terno assaltaram alguém como se fosse impensável. Um terno no Brasil te enfia em qualquer buraco.
12 de novembro de 2009 às 22:05
Esse Roger é o nosso Roger?