23 de novembro de 2009
A estratégia de Goebbels
BLOG, Chamando na chincha
E lá vem a “Veja” com mais uma denúcia bombástica: “Lula, o filho do Brasil” foi bancado por “empresas privadas com interesses no governo”. Pra mim, quem deu a palavra final sobre a polêmica acerca do filme foi o Arnaldo Branco, mas, espera aí, que empresa privada não tem interesses no governo? - em qualquer governo, aliás? Tem empresa que faz negócio até com ditadura e a própria editora da revista, a Abril, vende livros pro Ministério da Educação. Não perdi tempo lendo a matéria, então quem o fez podia me dizer se ela conta que o filme vai ser lançado pela Globo Filmes?
2 comentários para “A estratégia de Goebbels”
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24 de novembro de 2009 às 11:32
Se um político da oposição, um ano antes de se candidatar à Presidência, foss objeto de uma cinebiografia e esta fosse patrocinada por um monte de empresas privadas, será que os puxassacos do Sr. Lula da Silva não iriam berrar que se trata de uma peça de propaganda eleitoral extemporânea?
O fato de muitos outros fazerem o mesmo que Lula não o torna mais nobre. Mostra que ele está no mesmo nível da média dos políticos brasileiros. Com o agravante de querer parecer mais honesto do que os outros.
25 de novembro de 2009 às 7:10
dias, sobre o mesmo teme eu sugiro a leitura de outro post da zé pereira:
http://www.revistazepereira.com.br/entao-o-tal-filme-do-luis-inacio/
abs.